Construção

O orçado contra realizado da sua obra só fecha no fim do mês (e aí já é tarde)

O orçado contra realizado da sua obra só fecha no fim do mês (e aí já é tarde)

Pergunte a um gestor de obra quanto a obra dele realmente gastou esta semana, comparado com o que estava previsto. Na maioria das construtoras, a resposta honesta é a gente fecha isso no fim do mês. O problema é que, quando o mês fecha e o estouro aparece no relatório, a obra já consumiu o material, já pagou o empreiteiro, e já não dá para voltar atrás. Você descobre o desvio quando ele já virou prejuízo.

Esse atraso entre o que acontece na obra e o que você enxerga não é falta de controle. É falta de conexão.

O físico e o financeiro andam separados

Toda obra tem dois lados que precisam conversar. O lado físico, que é o cronograma e o avanço real dos serviços, o quanto de cada etapa foi executado. E o lado financeiro, que é o orçamento, o quanto cada etapa deveria custar e quanto já custou. Quando esses dois lados estão conectados, você enxerga o orçado contra o realizado em tempo real, e a Curva S da obra reflete a verdade do dia.

O que acontece na prática é que eles vivem em lugares diferentes. O orçamento nasceu numa ferramenta de orçamento, como o OrçaFascio. A obra roda no Sienge. A medição do que foi executado está numa planilha do engenheiro. Cada um tem um pedaço da verdade, e ninguém tem a verdade inteira no mesmo momento.

Então a conexão entre físico e financeiro é feita na mão, no fechamento, quando alguém junta as três fontes e tenta fazer o número bater. E como é trabalhoso, é feito uma vez por mês. É por isso que você só enxerga o desvio quando o mês acaba.

O custo de enxergar tarde

Numa obra, margem é apertada, e previsibilidade é tudo. Enxergar o desvio tarde tem consequência direta.

Você perde a chance de corrigir. Um serviço que está consumindo mais material do que o previsto, se identificado na semana, pode ser ajustado. Identificado no fim do mês, já consumiu. Você decide no escuro, porque sem o realizado atualizado, a decisão de comprar, de contratar, de antecipar, é feita com base no orçamento, que é uma intenção, e não no realizado, que é o fato. E você descobre o resultado da obra só no final, quando a margem que sobrou é a que sobrou, e não a que dava para defender ao longo do caminho.

Esse problema parece com o da sua operação? A JYNX arquiteta o fluxo e mostra um protótipo antes de construir.

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O caminho não é trocar o Sienge, é conectar o que ele não conecta

A reação comum é achar que falta um sistema melhor. Quase nunca é o caso. O Sienge faz muito bem o papel dele no financeiro e na gestão da obra. O que falta é o elo que liga o orçamento, o avanço físico em campo e o financeiro, num fluxo único, atualizado, em vez de três fontes que só se encontram no fechamento.

Esse elo é específico do jeito que a sua construtora trabalha, e por isso nenhum sistema de prateleira o entrega pronto. Ele precisa ser construído sob medida, e conectado ao que você já usa.

Como a JYNX entra

A JYNX constrói esse elo, sem trocar o seu sistema. Em vez de um produto pronto que não encaixa, ou de um projeto longo, a JYNX arquiteta o fluxo rápido, mostra um protótipo para você ver o orçado contra realizado funcionando antes de construir, e desenvolve sob medida, conectado ao Sienge e à sua ferramenta de orçamento. O avanço físico medido em campo passa a alimentar o financeiro na hora, a inteligência artificial lê a medição e os documentos e preenche sozinha, e a Curva S deixa de ser um retrato do mês passado para virar uma visão do dia.

Você passa a enxergar o desvio enquanto ainda dá para corrigir, que é o único momento em que enxergar adianta.

Se o resultado das suas obras só aparece no fechamento, mostre o seu processo de acompanhamento para um especialista da JYNX. A gente arquiteta rápido, apresenta o protótipo, e desenvolve a partir do que você já tem.

Sua operação tem um vão que o sistema de prateleira não cobre?

A JYNX arquiteta o fluxo, mostra um protótipo, e desenvolve sob medida, conectado ao que você já usa.

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