Na cooperativa, o associado, o campo e o administrativo vivem em sistemas que não se falam

Uma cooperativa agro é, na prática, várias operações dentro de uma só. Tem o relacionamento com o associado, que entrega a produção, compra insumo, acessa crédito. Tem o campo e o recebimento, onde a produção chega, é pesada e classificada. Tem a parte industrial ou de beneficiamento, e tem o administrativo e o financeiro, que precisa fechar tudo isso. Cada uma dessas frentes costuma ter o seu sistema, ou a sua planilha, e o desafio da cooperativa é que essas frentes raramente se falam.
O resultado é que a cooperativa, que existe justamente para integrar muitos produtores numa operação só, acaba operando de forma fragmentada por dentro.
O associado de um lado, a operação do outro
O ponto mais sensível costuma ser o associado. Ele é o centro da cooperativa, mas o sistema que cuida do relacionamento com ele, do que ele entregou, do que ele deve, do que ele tem a receber, muitas vezes é separado do sistema da indústria e do administrativo. Então, para dar ao associado uma resposta simples, quanto eu entreguei, quanto vou receber, como está minha conta, alguém precisa juntar informação de mais de um lugar.
E como essas informações vivem separadas, fechar o número da cooperativa, consolidar a safra, calcular o resultado por associado e por cultura, vira um trabalho de planilha, feito depois, com dado defasado. A cooperativa enxerga o todo sempre com atraso.
O custo da fragmentação
Quando as frentes não se falam, a cooperativa perde nas duas pontas. Perde na relação com o associado, que não tem uma visão clara e atualizada da própria conta, e acaba dependendo de ligar, perguntar, esperar resposta. E perde na gestão, porque consolidar a operação inteira exige esforço manual, então a visão do resultado chega tarde, e a decisão sobre compra, venda, armazenagem e crédito é tomada sem o quadro completo.
Numa operação de margem apertada e volume alto, essa demora e essa fragmentação custam caro.
Esse problema parece com o da sua operação? A JYNX arquiteta o fluxo e mostra um protótipo antes de construir.
Agendar conversaO caminho é ligar as frentes, não trocar tudo
A reação seria buscar um sistema único que faça tudo. Para algumas cooperativas, isso é um caminho de longo prazo. Mas trocar todos os sistemas de uma vez é caro, arriscado e demorado, e muitas vezes desnecessário, porque cada sistema atual resolve bem o seu pedaço. O que falta não é substituir, é ligar o associado, o campo, a indústria e o administrativo num fluxo que conversa, cobrindo os vãos entre eles.
A peça mais valiosa costuma ser o portal do associado, um lugar onde o próprio cooperado enxerga a sua conta, a sua entrega e o seu recebimento, alimentado pelos sistemas que a cooperativa já usa. Esse portal e essas conexões são específicos da sua cooperativa, e por isso são construídos sob medida.
Como a JYNX entra
A JYNX constrói o portal do associado e as conexões entre as frentes da cooperativa, sem trocar os sistemas que já funcionam. Em vez de um produto pronto que não conhece a sua operação, ou de um projeto longo, a JYNX arquiteta o fluxo rápido, mostra um protótipo do associado enxergando a própria conta antes de construir, e desenvolve a partir da sua realidade. A inteligência artificial entra onde resolve, como ler o romaneio e o documento e lançar o dado, e a cooperativa passa a enxergar a operação inteira sem depender de planilha.
Se na sua cooperativa o associado, o campo e o administrativo não se falam, mostre o seu processo para um especialista da JYNX. A gente arquiteta rápido, apresenta o protótipo, e desenvolve a partir do que você já tem.
Sua operação tem um vão que o sistema de prateleira não cobre?
A JYNX arquiteta o fluxo, mostra um protótipo, e desenvolve sob medida, conectado ao que você já usa.
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