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Quanto custou cada talhão nesta safra? Se a resposta está numa planilha, ela já está atrasada

Quanto custou cada talhão nesta safra? Se a resposta está numa planilha, ela já está atrasada

Pergunte a um produtor quanto ele colheu, e ele responde na hora. Pergunte quanto custou cada talhão, cada cultura, comparado com o que rendeu, e a resposta costuma vir com uma pausa, seguida de a gente fecha isso na planilha depois da safra. O problema é que custo que só fecha depois da safra serve para registrar o passado, não para decidir o presente. Quando o número fica pronto, a safra já acabou, e as escolhas que dependiam dele já foram feitas no escuro.

Saber o resultado por talhão e por safra é o que separa o produtor que decide com dado do que decide no instinto. E na maioria das operações, esse número ainda mora numa planilha paralela.

O campo, o caixa e o contábil em lugares diferentes

A dificuldade não é falta de informação, é informação espalhada. O que acontece no campo, as aplicações, as horas de máquina, os insumos consumidos, está num lugar, às vezes num sistema como o Aegro, às vezes no caderno. O que entra e sai de caixa está em outro. E o contábil está num terceiro. Cada um tem um pedaço da conta, e ninguém tem a conta inteira por talhão no mesmo lugar.

Então, para saber o custo real de uma cultura, alguém precisa juntar essas fontes na mão, numa planilha, depois. É um trabalho grande, então é feito poucas vezes, e sempre com dado defasado. É por isso que a margem por talhão é sempre uma descoberta tardia, e não uma informação do dia a dia.

O custo de não saber a margem na hora

Decidir sem saber o custo real tem consequência direta no agro, onde a margem é apertada e o risco é alto. Você compara safras sem base confiável, porque cada fechamento foi feito de um jeito. Negocia insumo e venda sem saber exatamente onde está ganhando e onde está perdendo. E repete numa safra os erros da anterior, porque o aprendizado só chega depois que já não dá para usar.

A planilha paralela, que parecia uma solução, na verdade é o sintoma de que o campo não está ligado ao caixa.

Esse problema parece com o da sua operação? A JYNX arquiteta o fluxo e mostra um protótipo antes de construir.

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O caminho é ligar o que está solto, não trocar o que funciona

A reação seria buscar um sistema único que faça tudo, do campo ao financeiro. Para grandes grupos existe esse caminho, mas para muita operação trocar o sistema que já cuida bem da lavoura é caro e desnecessário. O que falta não é substituir, é ligar o registro do campo ao caixa e ao contábil, de forma que o custo por talhão e por safra apareça sozinho, sem alguém montar planilha depois.

Esse elo é específico da sua operação, do seu tipo de cultura e da sua estrutura, e por isso é construído sob medida, conectado ao Aegro ou ao sistema que você já usa.

Como a JYNX entra

A JYNX constrói esse elo entre o campo e o financeiro, sem trocar o sistema que cuida da sua lavoura. Em vez de um produto pronto que não conhece a sua realidade, ou de um projeto longo, a JYNX arquiteta o fluxo rápido, mostra um protótipo para você ver o custo por talhão aparecendo sem planilha antes de construir, e desenvolve a partir da sua operação. A inteligência artificial entra onde resolve, como ler o documento e o romaneio e lançar o dado sozinha, e o custo por cultura e por safra deixa de ser um fechamento tardio para virar uma informação que acompanha a safra.

Se você só sabe a margem dos seus talhões depois que a safra acaba, mostre o seu processo para um especialista da JYNX. A gente arquiteta rápido, apresenta o protótipo, e desenvolve a partir do que você já tem.

Sua operação tem um vão que o sistema de prateleira não cobre?

A JYNX arquiteta o fluxo, mostra um protótipo, e desenvolve sob medida, conectado ao que você já usa.

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